"Dois grandes sinais caracterizam a celebração litúrgica da Vigília Pascal. Temos antes de mais nada o fogo que se torna luz. A luz do círio pascal que, na procissão através da igreja encoberta na escuridão da noite, se torna uma onda de luzes, fala-nos de Cristo como verdadeira estrela da manhã eternamente sem ocaso, fala-nos do Ressuscitado em quem a luz venceu as trevas. O segundo sinal é a água. Esta recorda, por um lado, as águas do Mar Vermelho, o afundamento e a morte, o mistério da Cruz; mas, por outro, aparece-nos como água nascente, como elemento que dá vida na aridez. Torna-se assim imagem do sacramento do Batismo, que nos faz participantes da morte e ressurreição de Jesus Cristo.' (Bento XV, 24/04/2011).
27 de abr. de 2011
23 de abr. de 2011
A caridade é, sobretudo, inclusão
“A lógica do Evangelho é a da inclusão, nunca a da exclusão”, sendo que “a caridade de Deus que Jesus põe em prática não é um ‘olha, toma e vai-te embora’, mas um ‘vem, entra e permanece’. [...] A caridade de Deus aproxima os corações.” (TURCK, Jacques, Eucharistie ET service de l’homme..., p. 27).
28 de mar. de 2011
Olhando para nosso tempo
“É dever de todo o Povo de Deus e, sobretudo, dos pastores e teólogos, com a ajuda do Espírito Santo, saber ouvir, discernir e interpretar as várias linguagens do nosso tempo, e julgá-las à luz da Palavra de Deus, de modo que a verdade revelada possa ser cada vez mais intimamente percebida, melhor compreendida e apresentada de um modo conveniente.” (GAUDIUM ET SPES, 1965, § 44).
25 de mar. de 2011
Vida vivida
“O discernimento dos sinais dos tempos não parte da consideração teórica dos acontecimentos, feita pelos teólogos, mas deste choque existencial feito por uma Igreja viva, em contacto com as necessidades e anseios dos homens. É desse choque existencial que deve partir a reflexão teológica”. (POLICARPO, José Cruz. Sinais dos Tempos, 1971).
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