“O discernimento dos sinais dos tempos não parte da consideração teórica dos acontecimentos, feita pelos teólogos, mas deste choque existencial feito por uma Igreja viva, em contacto com as necessidades e anseios dos homens. É desse choque existencial que deve partir a reflexão teológica”. (POLICARPO, José Cruz. Sinais dos Tempos, 1971).
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