"Dois grandes sinais caracterizam a celebração litúrgica da Vigília Pascal. Temos antes de mais nada o fogo que se torna luz. A luz do círio pascal que, na procissão através da igreja encoberta na escuridão da noite, se torna uma onda de luzes, fala-nos de Cristo como verdadeira estrela da manhã eternamente sem ocaso, fala-nos do Ressuscitado em quem a luz venceu as trevas. O segundo sinal é a água. Esta recorda, por um lado, as águas do Mar Vermelho, o afundamento e a morte, o mistério da Cruz; mas, por outro, aparece-nos como água nascente, como elemento que dá vida na aridez. Torna-se assim imagem do sacramento do Batismo, que nos faz participantes da morte e ressurreição de Jesus Cristo.' (Bento XV, 24/04/2011).
27 de abr. de 2011
23 de abr. de 2011
A caridade é, sobretudo, inclusão
“A lógica do Evangelho é a da inclusão, nunca a da exclusão”, sendo que “a caridade de Deus que Jesus põe em prática não é um ‘olha, toma e vai-te embora’, mas um ‘vem, entra e permanece’. [...] A caridade de Deus aproxima os corações.” (TURCK, Jacques, Eucharistie ET service de l’homme..., p. 27).
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