28 de mar. de 2011

Olhando para nosso tempo

“É dever de todo o Povo de Deus e, sobretudo, dos pastores e teólogos, com a ajuda do Espírito Santo, saber ouvir, discernir e interpretar as várias linguagens do nosso tempo, e julgá-las à luz da Palavra de Deus, de modo que a verdade revelada possa ser cada vez mais intimamente percebida, melhor compreendida e apresentada de um modo conveniente.” (GAUDIUM ET SPES, 1965, § 44).

25 de mar. de 2011

Vida vivida

“O discernimento dos sinais dos tempos não parte da consideração teórica dos acontecimentos, feita pelos teólogos, mas deste choque existencial feito por uma Igreja viva, em contacto com as necessidades e anseios dos homens. É desse choque existencial que deve partir a reflexão teológica”. (POLICARPO, José Cruz. Sinais dos Tempos, 1971).

14 de mar. de 2011

O que Deus criou é saudável!

Quem não quer viver bem? Quem não quer saúde? Quem nunca ouviu falar que sementes fazem bem? - Gergelim, linhaça, girassol, abóbora....
Quanto mais ela nos falta, tanto mais falamos nela: O grande bem que representa a Saúde em nossa vida.
Deus, em sua infinita bondade, criou coisas boas para serem usufruidas para o bem. Saúde do corpo e da alma! Assim ele nos quer. A saúde depende em grande parte da maneira responsável como nos relacionamos e aproveitamos as coisas boas que a Natureza nos oferece. E se estamos acometidos por alguma enfermidade, ainda assim, podemos ter bem estar e alegria de viver. É justamente nestes casos que a Natureza é nossa sábia mãe e 'curadora'. Ela não é para ser destruída... Não, não, ela é nossa fonte de sustento.
Nas reflexões da Quaresma, pensemos nisto!

9 de mar. de 2011

O que Deus criou é bom!

“Viver responsavelmente é também ponderar as decisões para que haja futuro sobre a terra e este planeta não se extinguir nas gerações imediatas. Uma tal ética implica o respeito pelo futuro que pode vir e pelas condições ecológicas e climáticas de tudo o que o possibilita. Trata-se de uma ética que não se contenta apenas em ser memória biográfica do planeta, mas em sustentar de forma equilibrada a sua possibilidade de futura até à escatologia, dando a Deus o direito da providência. A Eucaristia lança na Terra tal horizonte.”

SILVA LIMA, José da. Teologia Práctica Fundamental... Lisboa, 2009, p. 54